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10 itens superestranhos do museu da Instituto Smithsoniano

Lar de mais de 137 milhões de objetos, espécimes e obras de arte, o Instituto Smithsoniano (Smithsonian Institution, no original em inglês), em Washington (EUA), é chamado de “sótão da América” por uma boa razão. De um monge mecânico do século 16 a um coração artificial de R$ 50, confira alguns dos itens mais estranhos da vasta coleção de seu Museu de História Natural:

1. Monge mecânico de século 16

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Um dos primeiros autômatos de todos os tempos, o monge pode andar batendo no peito, levantando a cruz e rezando em silêncio. Com 38 centímetros de altura, é feito de madeira e ferro e foi fabricado por Juanelo Turriano, mecânico do imperador Carlos V, na década de 1560.

2. Barba mais longa do mundo

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Hans Langseth nasceu na Noruega em 1846. Quando morreu, em 10 de novembro de 1927, ele era um cidadão americano e tinha uma barba de 5,6 metros de comprimento. Durante seus anos como agricultor em Minnesota e Dakota do Norte, ele enrolava e guardava sua barba em sua jaqueta. Mais tarde, se juntou a um circo e a exibia em tempo integral. Seus parentes a doaram ao Museu de História Natural depois de sua morte, onde permanece como um dos mais estranhos artefatos do Smithsonian.

3. Traje de David Vetter

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Famosamente chamado de “garoto bolha” pela mídia americana, David Vetter entrou em um ambiente de plástico livre de germes que seria sua casa durante a maior parte de sua vida menos de dez segundos após ser retirado do ventre de sua mãe. Ele nasceu com imunodeficiência severa, um distúrbio que faz com que seu sistema imunológico não funcione. Água, ar, alimentos, fraldas e roupas tinham que ser esterilizados em uma câmara durante quatro horas a 60 graus Celsius e, em seguida arejados durante um período de 1 a 7 dias antes de serem colocados no seu ambiente de vida. Aproximadamente US$ 1,3 milhões (cerca de R$ 2,6 mi) foram gastos em cuidados com David, mas estudos científicos não conseguiram produzir uma verdadeira “cura” e nenhum doador compatível foi identificado. Com 12 anos, David ficou doente pela primeira vez, e teve que ser retirado da câmara de tratamento. Ele morreu 15 dias depois de linfoma de Burkitt. O Smithsonian adquiriu o “terno bolha” de David, uma de suas unidades de isolamento e vários de seus pertences, como jogos, brinquedos e desenhos.

4. Coração de R$ 50

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Por um total de 24,80 dólares (cerca de R$ 50), o estudante William Sewell, juntamente com William Glenn, criou esta bomba de coração em 1949 utilizando apenas o motor de um brinquedo e outros materiais simples. O modelo que apresentou assumia as funções do lado direito do coração, movendo sangue venoso para os pulmões. William relatou que o órgão artificial manteve cães vivos por até 90 minutos, sem alterações significativas na pressão arterial ou saturação de oxigênio. Em 1959, o Smithsonian adquiriu a bomba.

5. Pedra do sol mórmon

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Em 1989, o Smithsonian gastou US$ 100.000 (cerca de R$ 200 mil) para comprar uma das duas únicas “pedras do sol” sobreviventes de um dos primeiros templos d’A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Adornado com estas e outras pedras, a construção do templo foi interrompida depois de um ataque incendiário em 1848 e um tornado em 1850.

6. Lula gigante

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Presa na rede de um pescador na costa da Espanha em 2005, esta lula gigante fêmea tinha provavelmente 2 a 3 anos de idade quando foi capturada. Também possuía 11 metros de comprimento, com tentáculos que se estendiam a 6,7 metros, e pesava mais de 150 kg.

7. O urso de pelúcia original

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O termo em inglês para urso de pelúcia é “Teddy Bear”. Isso porque o presidente dos EUA, Theodore (ou “Teddy”) Roosevelt foi notícia ao se recusar a atirar em um filhote de urso em uma viagem de caça em 1902. Inspirado por uma charge política representando Roosevelt com o filhote, a empresa de brinquedos Ideal Toy Company criou o “Ursinho de Pelúcia” (“Teddy Bear”). Ele instantaneamente se tornou um ícone da cultura popular. Em 1963, o filho do fundador da empresa deu um dos ursos de pelúcia originais para o filho de Roosevelt, Kermit, que o doou ao Smithsonian juntamente com outras lembranças de seu pai.

8. Cabelo presidencial

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A prática da preservação de cabelo costumava ser bastante comum, e o Smithsonian preservou mechas de cabelo dos 14 primeiros presidentes dos Estados Unidos para exposição, juntamente com o cabelo de outras pessoas de distinção.

9. Guardanapo de Napoleão

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O imperador francês Napoleão deu este guardanapo para William Bayard em 26 de fevereiro de 1815, na manhã em que escapou de seu exílio na ilha de Elba na costa da Itália. O item acabou no Smithsonian em 1914.

10. O monstro de Santo Agostinho

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Em novembro de 1896, dois jovens ficaram famosos por terem encontrado o “monstro de Santo Agostinho” na ilha de Anastasia, na Flórida (EUA). Originalmente, pesquisadores pensaram que ele era os restos de um polvo gigante. No entanto, foi um dos primeiros exemplos registrados de um “globster”, uma massa orgânica não identificada. Uma análise recente concluiu que o monstro de Santo Agostinho é uma grande massa feita de matriz de colágeno de gordura de baleia, provavelmente a partir de uma cachalote. [Oddee]

Um comentário

  1. CADÊ OS OSSOS DE GIGANTES QUE O MUSEU NÃO MOSTRA?

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