Dando asas à informação

10 mascotes olímpicos bizarros

É temporada de Olimpíadas e sua TV deve estar transbordando notícias esportivas de Londres. Algumas delas com certeza abordarão os mascotes. Desde que o primeiro mascote oficial dos Jogos foi lançado, em 1972 (Waldi, o cachorro das Olimpíadas de Munique, na Alemanha), eles se tornaram uma parte fundamental da festa olímpica (embora nem sempre sejam legais ou mesmo agradáveis). Confira 10 deles:

1 – Schneeman, o homem neve

Quando Innsbruck, Áustria sediou os Jogos Olímpicos de Inverno de 1976, eles precisavam de um mascote que representasse bem o país e a temporada fria dos Jogos, então criaram uma espécie de boneco de neve usando um chapéu, chamado Schneeman. Parece também uma propaganda de M&Ms.

2 – Hidy e Howdy

Nomeados deliberadamente em homenagem a saudações (Hidy e Howdy são como “Oi” e “Olá”), estes ursos polares vestidos de cowboy tinham como objetivo representar a hospitalidade canadense. Usados em 1988, os mascotes pareceram menos hospitaleiros do que deveriam simplesmente por serem assustadores ursos de pelúcia gigantes.

3 – Magique

Em 1992, os Jogos Olímpicos de Inverno em Albertville, França, trouxeram outro símbolo de inverno estranho: Magique, a estrela de gelo. Parte homem neve, parte estrela, ele soa bioquimicamente impossível. E, por essa razão, o mascote representa imaginação, sonhos, e a ideia de “alcançar as estrelas”, uma espécie de lembrete de que os Jogos não são apenas sobre ganhar e seguir as regras. Se Magique já lhe soa estranho o suficiente, saiba que ele foi escolhido em favor de “Chamois”, a cabra da montanha.

4 – Hakon e Kristin

Estas crianças norueguesas serviram como mascotes duplos em 1994 nos Jogos Olímpicos de Inverno em Lillehammer, Noruega. Embora sua inocência seja implícita, segurando mãos, sorrindo e acenando, as crianças também estão vestindo roupas vikings tradicionais; e os vikings, pelo menos da perspectiva popular, são famosos por sua brutalidade e selvageria. De repente um pedaço mais agradável da história norueguesa poderia ter sido evocado.

5 – Izzy

Izzy poderia muito bem ter sido um ponto de interrogação gigante. Ele foi introduzido pela primeira vez no final dos Jogos de 1992 em Barcelona, criado por uma empresa de design chamada DESIGNefx, e mais tarde modificado para sua forma final – um troço azul oblongo, amorfo, indefinido, com cara e usando tênis – para os Jogos Olímpicos de 1996 em Atlanta, Geórgia (EUA). Não sei se ele deveria representar qualquer tipo de nacionalismo ou tradição americana, já que não se parece com nada, mas foi o primeiro mascote projetado em computador e provavelmente tinha a intenção de representar a era do silício (embora se pareça mais com um mouse de computador derretido).

6 – Athena e Phevos

Os Jogos Olímpicos de 2004 foram os segundos oficiais realizados na Grécia desde os jogos antigos, originalmente idealizados pelos gregos como um meio de honrar Zeus. Esta tradição de tradições teve que ser homenageada de alguma forma, então os gregos elegeram duas crianças – chamadas Athena e Phevos – para representar um cidadão da Grécia moderna, moldado após bonecas antigas gregas (como uma maneira de mesclar os ideais da antiguidade e modernidade). O resultado é um troço esquisito com pés desproporcionalmente grandes e pescoços longos.

7 – Neve e Gliz

Esses mascotes foram usado nos Jogos Olímpicos de 2006 em Turim, na Itália, para simbolizar o inverno. Como sempre, tinha um boneco Neve (que significa neve mesmo, em italiano), e um boneco cubo de gelo, o Gliz (abreviação para gelo da palavra italiana “ghiaccio”).

8 – Fuwa

Fuwa é o nome dado ao grupo de mascotes chineses. Como se um mascote (ou dois) não fosse suficiente, eles criaram cinco (vai ver que era pra ficar proporcional a população da China). Nomeados Beibei, Jingjing, Huanhuan, Yingying e Nini (em ordem), e usados durante as Olimpíadas de 2008 em Pequim, China, os bonecos são dispostos para formar a frase em chinês “Beijing huan ying ni”, que significa “Pequim recebe você”. Eles também representam um peixe, um panda, uma tocha olímpica, um antílope tibetano e uma andorinha, cada um dos cinco anéis olímpicos, bem como os cinco elementos do Feng Shui.

9 – Miga, Quatchi, Sumi e Mukmuk

Ok, começamos a fazer vários mascotes olímpicos porque é legal. Sendo assim, nos Jogos de Inverno de 2010 em Vancouver, British Columbia, no Canadá, temos três criaturas míticas das lendas urbanas do Canadá e norte dos EUA (o que faz sentido, já que eles foram concebidos por um canadense e um americano, da Meomi Design).

Miga é uma ursa marinha (um híbrido entre urso e orca, sem contar que ela é parte ursa Kermode, um raro urso branco que só existe em British Columbia) que gosta de praticar snowboard na região de Vancouver. Quatchi é um jovem sasquatch (uma espécie de “pé grande”) que vem das misteriosas florestas do Canadá e carrega uma câmera, gosta de viajar e sonha em ser um goleiro de hóquei. Sumi é um espírito de animal que mora nas montanhas de British Columbia. Suas origens são tiradas de muitos lugares, já que tem as asas do poderoso pássaro-trovão e pernas de um urso preto. O nome de Sumi vem da palavra salish “Sumesh” que significa “espírito guardião”, e ele é um amante da natureza. E o pior é que tem ainda um “meio mascote” no meio, Mukmuk, a marmota amigável, cujo nome vem da palavra Wawa Chinuk que significa “alimento/comer”, e é caracterizada por seu grande apetite.

10 – Wenlock e Mandeville

Os mascotes deste ano para os Jogos Olímpicos de Londres seguem a tradição de serem bizarros. Nomeados Wenlock e Mandeville (como homenagens aos locais dos dois primeiros Jogos Olímpicos sediados em Londres), eles são caracterizados como bonecos de aços com olhos de câmera, simbólicos da Revolução Industrial (mas parecem mais monstros de filmes de robô).[Listverse, CanadapraBrasileiros]

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